Quantas vezes vocês ouviram falar no termo “web 2.0″ nos últimos meses? Ele é realmente a sensação do momento na internet e está sendo amplamente usado (inclusive por pessoas que nem sabem direito do que estão falando). Tão usado que já cansou. Mas, essa “neura” de parecer diferente, interativo e “super na moda” toma proporções perigosas às vezes.
As pessoas querem transformar seus sites, de qualquer jeito, em um “site web 2.0″. Tá. Mas será que isso é conveniente para o seu tipo de negócio? Será que seu objetivo na web conversa com esse tipo de conteúdo? Será que seu público-alvo vai interagir com tudo o que você acha maravilhoso?
Já ouvi de alguns criativos (e de alguns clientes também) que ia ser suuuuper legal usar somente uma nuvem de tags no site, ou seja, nada de menu, porque isso é coisa antiga. Gente, vamos com calma, ok?

Nos casos dos quais participei, essa “super mega blaster idéia” não durou mais de dois minutos na reunião, mas, ao ler esse post no blog da Rashmi, percebi que isso não aconteceu apenas comigo.
Nesse post, os comentários são mais ricos que o texto em si, onde a questão foi apenas levantada para gerar discussão. E as opiniões são bem parecidas com as minhas.
Porque uma Tag Cloud não basta para orientar a navegação de um usuário em um site?
Bom, primeiro porque as tags dão uma idéia do conteúdo presente no site e funcionam como atalho para eles, mas não organizam a informação e muito menos orientam a navegação.
Por exemplo, em uma segunda ida a um site, como o usuário vai saber onde ele achou o conteúdo consultado na sua visita anterior? Mesmo que ele fosse o mestre da memória visual e decorasse onde estava a tag e qual era ela, provavelmente ela não estaria mais no mesmo lugar e nem do mesmo tamanho (porque as tags aumentam de tamanho proporcionalmente ao número de vezes em que são utilizadas para classificar um conteúdo).
Além disso, como diz Rashmi nos comentários, o menu precisa ser mais permanente e dar condições para que os usuários construam um modelo mental do espaço.
E, para completar, vou levantar uma questão importante: vocês já pensaram que uma nuvem de tags pode ser moda muito mais para quem trabalha com internet?
Aqui no Brasil, pelo menos, acho que a grande maioria do público não se sente confortável ou não sabe como utilizá-las da maneira correta. Isso não quer dizer que eu sou contra as tags nos sites.
Acho que, dependendo do propósito e do conteúdo (porque não tem nada a ver incluir um Tag Cloud em um site institucional completamente estático, por exemplo), elas são muito úteis e ate funcionam como uma maneira de forçar o aprendizado desses usuários menos acostumados com isso.
Por exemplo, alguém que entra todos os dias no site da Globo.com e vê as tags lá no final da página, um dia, pode acabar clicando em uma delas e, a partir daí começar a buscar conteúdo dessa forma, ou seja, com mais rapidez e objetividade.
E você, costuma classificar o conteúdo que publica?







12 de dezembro de 2008 às 8:21 am
Artigo super interessante!Eu não sabia muito bem como classificar conteúdo na internet e resolvi pesquisar no google como fazer isso , então achei esse artigo, li, entendi e agora tudo ficou mais claro!!!
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 8:28 am
Como citado no artigo acima, escuto diariamente comentarios sobre a Web 2.0 e sobre suas vantagens, porém deixo por conta do webdesigner da empresa definir quando e como vai ser o período ideal para migraçao do nosso site para essa nova plataforma.
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 8:29 am
Olha, as tags podem até ser as estrelas do momento, e eu às vezes até concordo. Mas eu não vivo sem menu!!!!!!
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 8:31 am
No meu caso, cada blog tem um foco diferente. No meu blog pessoal, tradicional, por vezes abro mão de tags, ficando apenas em categorias ou, quando as uso, é mais para ajudar na navegação ou a procurar algum conteúdo específico.
Mas como a publicação ali é irregular, eu realmetne não me esquento muito com isso.
No caso do “Um livro por semana”, apesar de estar abandonado, eu usei critérios mais “riígidos” para as tags. Cada livro postado tinha como tag o autor, o nome do livro e -quando se aplicava- o tipo de livro (literatura nacional, norte-americana, biografia, etc.) e aí sim cabia a nuvem de tags do lado do menu.
é isso.!
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 8:34 am
A falta de pertinencia nesses casos é o mais corriqueiro. A idéia é: é moda? Então vamos fazer.
Por essas e outras é que o investimento de publicidade na internet, no Brasil, ainda é ridiculo.
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 8:43 am
Amei o artigo, super interessante e esclarecedor! Parabéns!!!
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 8:53 am
Acho que as vezes as pessoas se sentem na obrigação de colocar principalmente em seus projetos online tudo que tem de novo , cool e inovador na internet e esquecem que realmente o importante em um site é que seja organizado e que atinja a informação necessária para qual o público esta procurando. As tags são importantes sim , eu uso bastante , mas nem sempre podem ser a melhor opção para organizar e classificar o conteúdo, e o menu é essencial; na minha opinião todo o site deveria ter, para poder se navegar de uma forma linear, como foi dito no artigo acima.
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 8:59 am
Excelente post!!!
As tags possuem sentido quando usadas em um sitema colaborativo, servem para auxiliar a navegação e não para tomar a frente do sistema de organização. Muitas pessoas adotam as modas como religião e simplesmente querem aplicar em todos os projetos de qualquer maneira, não pensando na pertinência e razão.
Muito bom o post, pode ajudar a clarear a visão de muita gente.
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 9:11 am
Ótimo artigo!! Eu sou atendimento em uma agência web e concordo plenamente!
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 9:12 am
Adorei! Parabéns pelo artigo, Carlinha!
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 9:15 am
Carla, seu post tá muito legal! E como tags são o assunto do momento no mundo da internet, sua preocupação é válida e super atual!
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 9:18 am
Acho que, devemos possuir um bom discernimento do que pode ser uma evolução /revolução, e do que é moda/modismo das fanáticas buzz-words que muita gente criativa usa para promover seja la o que for.
Não que o uso de tags não seja uma boa. Uma coisa é criar e promover formas de navegação auxiliar, de suporte, outra é chegar e mudar tudo, impor aos usuários e ao próprio modelo de negócio, um formato completamente diferente e desconhecido…rs
Conteúdo criado pelo usuário, requer muito mais cuidado. É como querer controlar algo que não se pode controlar. É se não houver um bom planejamento, uma equipe dedicada e orientada para lidar não somente com o conteúdo mas com o usuário também (porque não se trata apenas do conteúdo gerado pelo usuário, mas do próprio usuário – o que ele acha, rotula, opina, é parte do que ele é e de como vê e se relaciona com a empresa, etc) a sua marca e a reputação da sua empresa, podem ficar seriamente arranhadas.
Apesar de acreditar que a maioria dos usuários que usam tags hoje em dia são usuários que tem muita facilidade em compreender como elas funcionam, no futuro, as pessoas irão saber como funcionam como se fosse por osmose (saca? vc nasce sabendo fazer…rs).
até que esses usuários cheguem (hoje devem ter seus 2 ou 3 anos de idade), é preciso cautela em aplicar essa danada “colaboratividade’….rs
Pode ate ser que um dia, não exista mais o menu como conhecemos hoje….mas até la…rs…”garçon!!! , o menu por favor!” =)
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 9:19 am
Muito bom o artigo! Concordo com a Fernanda. Não dá pra viver sem menu!
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 10:15 am
O assunto gera muito pano pra manga. Acho que as tecnologias devem ser aplicadas a medida que o usuario vai evoluindo o uso delas dentro da sua rotina. Eh facil entender que algumas empresas, principalmente, aquelas que nao possuem uma forte cultura digital, queiram “modernizar-se” na intençao de associar seus produtos/serviços as tecnologias mais comentadas do momento e deixando de levar em consideraçao se isso realmente seria uma experiencia positiva para o seu negocio.
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 4:47 pm
Eu tenho costume de navegar por tags, mas acho que pessoas com menos costume de usar a internet jáo não fazem como eu. Ótimo artigo!
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 5:35 pm
Seu post é super pertinente e atual! Muito legal! Não conhecia esse site, voltarei mais vezes. Beijos.
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 5:38 pm
Acho que tags em um site pode até não ajudar em nada, mas também não atrapalha. Eu costumo entrar em sites que possuam tag cloud diariamente, mas confesso que nunca cliquei em nenhuma palavra.
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 5:51 pm
Artigo mais do que esclarecedor…é preciso saber diferenciar e nao levado somente pela “estrela do momento”. Como tudo na vida requer estudo e planejamento as novas mídias não são exceção! è preciso analisar e muito!!!!!
Parabens, Carla!
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 5:54 pm
Concordo com o autor. Internautas leigos muitas vezes não desfrutam de sites interessantes pois não sabem como explorá-los. As tags devem ser utilizadas sim, mas com critério.
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 6:06 pm
Achei o artigo interessante, confesso que eu não sabia muito bem sobre tags, apesar de usar o computador no dia-a-dia; acho que pude entender melhor o assunto.
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 6:44 pm
Parab’ens, Carla! O post est’a bem esclarecedor! Nota 10!
[Responder]
12 de dezembro de 2008 às 7:06 pm
Adorei o artigo! A modernização é importante, porém mais importante é a informação e a fácil navegação do site. Espero que o menu não saia de cena!
[Responder]
13 de dezembro de 2008 às 7:47 pm
Artigo muito interessante e esclarecedor, parabéns!!!
[Responder]
13 de dezembro de 2008 às 8:43 pm
Excelente artigo! Concordo com a autora e facilitará a vida de muitos internautas.
Meus parabéns!
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 8:16 am
Realmente a Carla tem razão no que diz. A comunicação em geral tem uma infeliz mania de criar e se apoiar em modismos. Campanhas virais já foram as meninas dos olhos, agora são as tags.
Isso as vezes cansa…mas é assim. Devemos é fazer a nossa parte.
Abraços. Adorei o post.
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 8:27 am
Ótimo artigo, gostei muito……………..
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 8:42 am
Muito esclarecedor o artigo…. a autora sobre discorrer sobre o assunto técnico de uma forma clara e simples, facilitando o entendimento daqueles que são leigos ou iniciantes no assunto “internet”
SObre as tags, acho que são mais uma, e não a única, ferramenta a ser utilizada para navegação pela grande rede.
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 8:59 am
Achei o artigo interessante e esclarecedor..PARABENS!!
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 9:07 am
Muiiiito Bommmm! Simples e esclarecedor! Parabéns!
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 9:09 am
Achei muito bom esse artigo, espero que tenham outros assim para esclarecer as coisas!
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 10:05 am
Acho que, ainda que as tags facilitem demais a vida de usuários (principalmente os usuários avançados de internet), o menu ainda é primordial. Conheço usuários moderados de internet que sequer sabem o que são tags, qual sua função ou para que existem. Então por muito tempo vamos ter que conviver com as duas linhas caminhando paralelamente.
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 10:59 am
Eu gosto e apoio a ideia do Tag….nao tneho blog mas tneho amigos q tem e ja comentamos sobre isso….resumindo horas de conversa…algumas controvércias…toda ajuda é bem vinda. Me gusta si….
Boa a materia heim, bem clara e explicativa!
Parabens!!!
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 12:03 pm
muito bom!
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 12:34 pm
A “febre” da web 2.0 tem também seus contras. O uso de uma ferramenta, por mais útil que essa possa ser, pode muitas vezes ser desnecessário e ter resultados diferentes do esperado. É o caso das “tags” e como você abordou muito bem nesse artigo Carla.
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 1:28 pm
Adorei!
O artigo é super interessante , muito bem colocado.
Parabéns!
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 1:38 pm
Otimoartigo. Exclarecedor e facilitador para quem navega frequentemente na internet.
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 1:40 pm
Muito bom o artigo e seleção de pontos discutidos. Também concordo que as pessoas que costumam seguir as ‘modinhas’, tendem sempre a encaixá-las nos projetos sem pensar na usabilidade e se ela realmente cabe ao projeto.
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 1:40 pm
Concordo com vc, Carla.
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 1:53 pm
Estava pesquisando na net e cai no seu artigo. Gostei muito e me ajudou bastante. Se tiver mais artigos relacionados me avise. Grata!
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 1:57 pm
Ótimo artigo menina, é importante explicarmos como funcionam e onde devem ser aplicadas, pois as pessoas acham bonitinho falar e querem colocar em todo o lugar e não funciona assim. Parabéns !!!
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 2:12 pm
Muito bom seu artigo, parabéns!
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 4:05 pm
Que artigo fantástico! Parabéns para a autora.
[Responder]
15 de dezembro de 2008 às 7:04 pm
Excelente texto, não entendia muito esse negócio de tags e agora pude compreender de maneira bem simples tal modismo !
[Responder]
16 de dezembro de 2008 às 7:45 am
Concordo com a autora do blog e acho que nos vamos nos adequando a tudo que a tecnologia vai avancando !!!!!
[Responder]
16 de dezembro de 2008 às 7:54 am
Extremamente pertinente.
O que acontece em alguns projetos é que as pessoas esquecem de pensar em quão adequado ao cenário do cliente é aquilo. E aí, claro, o que é “moderno” ganha lugar, em detrimento do que é correto.
[Responder]
16 de dezembro de 2008 às 8:04 am
Muito bom o texto.
Alguns modismos na internet (como a web 2.0 por exemplo) nem sempre são aplicáveis ao seu tipo de negócio.
Não adianta forçar uma situação só porque a “onda” agora e essa, ou alguma outra que vai acabar aparecendo.
[Responder]
16 de dezembro de 2008 às 8:12 am
É importante ser inovador, mas fazer inovação sem rasão é rasgar o dinheiro do cliente e desrespeitar o usuário.
[Responder]
16 de dezembro de 2008 às 8:42 am
[...] um artigo e estou participando de um concurso. O meu artigo é sobre tags e, para eu vencer o concurso, preciso que você vote em mim e comente o [...]
16 de dezembro de 2008 às 8:51 am
Muito Bom!
Adorei, Parabéns
[Responder]
16 de dezembro de 2008 às 9:06 am
Bom Carla, eu não sou usuário das tags, portanto não acho que se deveria usá-lo tanto. Vejo isso como uma “imposição” do site aos assuntos mais procurados.
[Responder]
16 de dezembro de 2008 às 9:49 am
Excelente artigo
[Responder]
16 de dezembro de 2008 às 10:37 am
Acredito que o ideal ainda hoje é a questão do bom senso. Não há melhor ou pior quando falamos em interatividade, mas há de ter, como dito neste excelente artigo, uma adequação a um público, uma preocupação com a forma com que as pessoas que estão visitando esse site procuram seus conteúdos. Do contrário o site acaba não dando os resultados esperados.
[Responder]
16 de dezembro de 2008 às 12:37 pm
Muito legal o post. Muito esclarecedor. A tag cloud é uma boa mas não é pra ser usada por todos e pra tudo, tem que ser de maneira consistente com o conceito de projeto.
[Responder]
16 de dezembro de 2008 às 1:03 pm
Excelente texto, bastante explicativo e interessante.
[Responder]
16 de dezembro de 2008 às 3:34 pm
Ótimo artigo, interessante e super atual… parabéns!!!
[Responder]
16 de dezembro de 2008 às 4:13 pm
A web é 2.0, mas o que os criativos precisam entender é que, na maioria das vezes, o consumidor é no máximo 1.4.
Aí é ficar dando murro em ponta de faca…
[Responder]
16 de dezembro de 2008 às 5:59 pm
Carla,
Adorei seu texto, você como sempre mostra ser uma profissional completa, desde o tempo de estágio (lembra??).
Meus parabéns,
Patrícia
[Responder]
17 de dezembro de 2008 às 7:36 am
Parabéns, Carla! Seu artigo está ótimo!
[Responder]
17 de dezembro de 2008 às 7:37 am
Adorei o artigo, apesar de confessar que, antes de lê-lo, não entendia nada de tags.
[Responder]
17 de dezembro de 2008 às 7:42 am
Parabéns, seu artigo está muito bem escrito, como sempre!
[Responder]
17 de dezembro de 2008 às 9:05 am
Muito bom o artigo
[Responder]
17 de dezembro de 2008 às 10:45 am
Adorei o artigo! Parabéns Carla!
[Responder]
17 de dezembro de 2008 às 12:11 pm
Nice….
[Responder]
17 de dezembro de 2008 às 12:29 pm
PARABENS CARLA
[Responder]
17 de dezembro de 2008 às 1:03 pm
Carla,
parabéns pelo artigo! Simples e direto, sem rodeios ou excessos em jargões.
Voto contabilizado.
Abraços,
http://tecnasopa.blogspot.com/
[Responder]
17 de dezembro de 2008 às 1:14 pm
Muito bom… Parabéns!
[Responder]
18 de dezembro de 2008 às 12:56 pm
Adorei seu texto, Carla! E concordo com tudo o que você escreveu! beijos e parabéns!
[Responder]
18 de dezembro de 2008 às 12:58 pm
Ops, priminha deixou recado do meu computador…huahauahuahauha
[Responder]
18 de dezembro de 2008 às 6:56 pm
Artigo simples e bem objetivo. Muito bom.
[Responder]
19 de dezembro de 2008 às 8:51 am
Muito bom!! Parabéns!! Artigo escrito por jornalista fica sempre super interessante, parece que estávamos conversando!
[Responder]
19 de dezembro de 2008 às 9:10 am
Bom texto! Realmente, aqui no Brasil muitos micreiros se esquecem do verdadeiro papel do design, que não se resume apenas à estética, mas principalmente, diz respeito à funcionalidade!
Um website, assim como uma embalagem de suco, tem que ser, acima de tudo, funcional. É claro que a identidade visual tem um papel super importante na funcionalidade também!
[Responder]
19 de dezembro de 2008 às 2:52 pm
Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Viva o menu e as nuvens que se coloquem em seus lugares.
Parabéns!
[Responder]
19 de dezembro de 2008 às 6:18 pm
Muito bom seu texto! Parabéns! Afinal, por que todo mundo sempre tem que fazer tudo sempre igual?
E a criatividade e a originalidade não contam?
[Responder]
20 de dezembro de 2008 às 7:48 am
Achei bem legal… num mundo onde as pessoas escolhem cada coisa bizarra pra se inteessar, de calipso a fissuras lunares… como é que pode se pensar que eu serei uma leitora tão previsiva que o que eu procuro vai estar alí, facinho..
[Responder]
20 de dezembro de 2008 às 9:26 am
Particularmente, acho a nuvem de tags super útil, tanto para fins de navegação quanto para estabelecer um panorama dos assuntos que são tratados no site/blog.
[Responder]
20 de dezembro de 2008 às 1:25 pm
Muito interessante o artigo sobre tags, com informações bastante didáticas, diferentemente de outros textos relacionados à informática que encontramos por ai.
[Responder]
20 de dezembro de 2008 às 2:58 pm
Colocação muito apropriada, pois dependendo do site ou do assunto, realmente não há necessidade de tags, por puro modismo.
Parabéns pela postura da sua opinião.
Sucesso!!!
[Responder]
21 de dezembro de 2008 às 7:50 am
Oi, Carla! Que artigo interessante! Concordo com a sua opinião, quem não é do ramo não acha as tags tudo isso…vê sempre nos sites, mas não dispensa nunca o menu para navegar apenas por elas.
Parabéns!
[Responder]
21 de dezembro de 2008 às 8:03 am
Olá! Adorei o seu artigo! Como não trabalho com internet, nem imaginava que tinha gente pedindo pra fazer site em menu! Internem esses clientes, já!
Beijos e parabéns pelo texto!
[Responder]
21 de dezembro de 2008 às 9:23 am
Adorei eu artigo, Carla! Acho que cabe à agência explicar para os clientes o que é consistente e o que é viagem nos seus pedidos, né? Porque o nome de quem fez o site também está em jogo na história.
[Responder]
21 de dezembro de 2008 às 9:45 am
Olá, Carla! Gostei muito do seu artigo, mas acho que inovação é muito bem vinda às vezes. Se uma agência não topar fazer coisas diferentes que ninguém nunca fez antes, coisas que hoje são super comuns nem existiria, concorda? Quem sabe uma nuvem de tags no lugar do menu não seja um boa? Talvez o problema seja só a falta de costume…
[Responder]
21 de dezembro de 2008 às 9:54 am
Excelente o Artigo.
Concordo em Genero Numero e Grau , vamos devagar com as Tags.
A grande maioria do publico da Internet ainda sente dificuldade com a velocidade que as novidades aparecem na WEB .
Todo cuidado é pouco para não perder um visitante em seu site.
Parabéns.
[Responder]
21 de dezembro de 2008 às 10:00 am
Achei o artigo bem interessante e esclarecedor. Eu já cliquei em palavras da nuvem de tags da globo.com, que você até menciona no texto, mas só lá também. Não é algo que eu tenha costume de usar não, ao contrário do menu…
[Responder]
21 de dezembro de 2008 às 10:43 am
Adorei o texto….linguagem simples, clara e objetiva. E, vamos combinar, sem menu não dá, viu???
[Responder]
21 de dezembro de 2008 às 10:49 am
Adorei eu artigo, Carla! E acho que pedido louco de cliente é normal em qualquer área. Cabe a nós fazê-los colocar os dois pés no chão. Beijos!
[Responder]
21 de dezembro de 2008 às 11:58 am
É isso , Carla!
O importante é ter em mente para quem e para que serve o que desejamos fazer.
Beijos
[Responder]
21 de dezembro de 2008 às 1:01 pm
Artigo bem legal, Carla! Quanto ao comentário acima, concordo plenamente….o problema é quando a pessoa que está do outro lado também não tem os pés no chão!
Parabéns!
[Responder]
21 de dezembro de 2008 às 4:34 pm
Este texto me mostrou que preciso ler mais. Se alguém falasse sobre tags comigo eu iria ficar boiando…
Agora está claro que o assunto sobre o uso das Tags na internet brasileira precisa ser mais esmiuçado para que seja usada com pertinência.
[Responder]
22 de dezembro de 2008 às 8:07 am
Eu também não entendia nada sobre tags, achava que aquelas palavras que eu sempre via em sites eram só representações do que tinha lá para ser lido. Não estava totalmente errada, mas agora sei que tags são muito mais do que isso. =D
Parabéns, Carla!
[Responder]
22 de dezembro de 2008 às 2:35 pm
E ai Carla!
Adorei o seu post e concordo plenamente com você. Também já tive esperiencia ruim com pedidos loucos de cliente. Normal, porquese eles entendessem bem da coisa, nao precisariam contratar agencias. hehehe
Parabens, seu texto esta show.
[Responder]
22 de dezembro de 2008 às 5:04 pm
Adorei seu texto, Carla! Claro e objetivo, como o texto de jornalista deve ser!
Para um arquiteta de informação, como você, acho super válido esse estudo do que é ou não apropriado para uma marca / produto / serviço. Parabéns! E sigamos dando luz para esses clientes insanos! Beijos!
[Responder]
22 de dezembro de 2008 às 10:46 pm
Parabéns Carla, o seu post é muito interessante e esclarecedor. Muita gente acaba complicando coisas simples por causa de modismos. A tag é um recurso interessante, mas não dá pra ficar sem menu.
[Responder]
24 de dezembro de 2008 às 12:19 pm
Carla, seu artigo está muito bom e esclarecedor, ótimo para pessoas que não usam muito a internet como eu! Parabéns! Beijos!
[Responder]
25 de dezembro de 2008 às 9:27 am
Como sempre, muito bem escrito e publicado…
[Responder]
25 de dezembro de 2008 às 10:14 am
Oi, Carla! Parabéns pelo texto! Concordo com o Paulo, que escreveu logo acima. Muita gente acaba mesmo complicando as coisas por causa de modismos. A tag é um recurso interessante, mas não dá pra ficar sem menu e nem se deve usa-la sem estudo e pertinencia!
[Responder]
29 de janeiro de 2009 às 2:28 pm
O autor divia primeiro saber o que é web 2.0. Acho que ele acha que web 2.0 é nuvem de tags, botoes glass e etc…..
[Responder]